A Cidade Adaptável
Auto-Organização – Partilha – Projecto (Processo)

 

O Europan 13 está em preparação. Prevê-se que o concurso abra em
fevereiro/Março, com entregas em Junho 2015

Portugal ainda não tem certezas quanto à participação (problemas de financiamento),
mas já há 3 cidades com a candidatura aprovada internacionalmente.

Daremos noticias.

 

 

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Como Integrar Sítios “Vagos” no Desenvolvimento Urbano?   Como Usar Novos Inputs para Mudar o Espaço Urbano?   Como Criar Dinâmicas Positivas a partir de uma Situação Difícil?   Como Transformar Obstáculos Físicos em Novas Ligações?  
               
TEMA:
A cidade adaptável:
> Auto-organização
> Partilha
> Projecto (processo)

Três conceitos genéricos estruturam este tema global:

Resiliência como desafio:
ser capaz de estender ou reencontrar a identidade dos elementos estruturais da cidade (construídos ou da paisagem) num contexto de mudanças significativas;

Adaptabilidade social como objectivo:
reconciliar a coerência destas estruturas com a evolução dos usos e práticas;

Economia como método:
gerir as transformações urbanas em diferentes contextos de actores e meios, com recursos limitados na era da “cidade pós-petróleo”.

Estes três tópicos induzem mudanças na política e estratégia urbana e arquitectónica:
 

1. Na lógica dos actores – Estado-Providência Vs. Auto-Organização

A essência da cidade europeia é um certo sentido de comunidade. Ocorre actualmente uma mudança de menos “Estado-providência” para mais “auto-organização”. Qual será a nova relação entre os domínios público e o privado? Quem cuidará do domínio público se o envolvimento do Estado for menor? E o que significa isso para a prática como arquitecto ou urbanista?

2. Nos conteúdos – Segregação Vs. Partilha

Partilhar na escala urbana pode estimular e valorizar a coexistência entre diferentes culturas: preservar o colectivo e simultaneamente inventar uma organização mais apropriada da sociedade. Como poderá a partilha ser uma forma de desenvolver soluções mais baratas e ligeiras para construir uma cidade equilibrada e durável? Como se podem regenerar os ambientes co-habitados?
 

3. Nos processos de concepção – Objecto Vs. Projecto (Processo)

Com os instrumentos de comunicação e as redes sociais em crescimento rápido, a nossa cultura é menos baseada nos objectos; e este fenómeno afecta a arquitectura e o urbanismo. O processo torna-se tão importante quanto os objectos envolvidos. Os objectos poderão existir já parcialmente e o projecto focar-se na gestão do existente, lidando com construções sociais, desenvolvendo um contexto e levantando a questão do “urbanismo com menor ou nenhum crescimento”.
 

SUB-TEMAS:
A Europan pretende que os sítios sejam confrontados com os principais desafios referentes à adaptabilidade das cidades europeias, originando novas abordagens de projecto pelos jovens concorrentes.





 
 

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